Tenho assistido muita coisa nessas férias, mas nada foi tão legal quanto assistir ao final dessa série.
A série começou a ser exibida em 2005 no canal a cabo americano Nickelodeon e terminou agora em 2008.
Se correr ainda dá pra pegar o final na Globo.
Foram 61 episódios de humor, companheirismo, lutas, decepções, descobertas, traições, amizade, romance e um desenvolvimento e evolução jamais visto em personagens de um desenho animado norte-americano. Pelo menos por mim.
No Japão isso acontece há quase 40 anos nos Animês (como são chamados os desenhos locais), mas dificilmente acontecia na televisão de origem americana. E eles se superaram dessa vez. Tanto que muita gente acredita que Avatar é um desenho japonês e não americano.
Tá certo que o desenho foi todo animado por orientais, mas seus idealizadores, criadores e quase todos seus escritores e dubladores orinais são americanos.
E essa foi a grande jogada da Nickelodeon, apostar na qualidade superior de animação da terra do sol nascente pra fazer uma grande aposta em sua grade. Viva a globalização!
Imagino que o desenho tenha nascido como uma resposta aos animês e mangás que invadiram em peso a cultura ocidental de uns 10 anos pra cá.
Difícil você acompanhar crianças e adolescentes hoje em dia sem que conheça algum herói japonês lutador atormentado por desafios a princípio intransponíveis, mas que se fortalece a medida que a história passa e acaba superando tudo por causa da determinação, do amor e amizade de seus companheiros.
Avatar é bem assim.
Antigamente o mundo era divido em quatro nações: a Nação do Fogo, a Tribo da água, o Reino da Terra e os Nômades do Ar.
Algumas pessoas nascidas em cada nação podiam ser treinadas para dominar mentalmente seu elemento de origem.
Mas hoje o mundo está diferente. A Nação do Fogo começou a 100 anos uma guerra que está ameaçando o equilíbrio do mundo.
Quase todas as tribos da água foram dizimadas. O reino da terra persiste mas só restam poucas cidades livres e a capital. E os Nômades do Ar foram completamente extintos.

Cabe ao Avatar, um espírito que encarna uma vez a cada geração para guiar a humanidade com sabedoria ao mundo espiritual, trazer o equilíbrio de volta. Mas ele sumiu sem deixar vestígios há quase 100 anos.
Se correr ainda dá pra pegar o final na Globo.
Foram 61 episódios de humor, companheirismo, lutas, decepções, descobertas, traições, amizade, romance e um desenvolvimento e evolução jamais visto em personagens de um desenho animado norte-americano. Pelo menos por mim.
No Japão isso acontece há quase 40 anos nos Animês (como são chamados os desenhos locais), mas dificilmente acontecia na televisão de origem americana. E eles se superaram dessa vez. Tanto que muita gente acredita que Avatar é um desenho japonês e não americano.
Tá certo que o desenho foi todo animado por orientais, mas seus idealizadores, criadores e quase todos seus escritores e dubladores orinais são americanos.
E essa foi a grande jogada da Nickelodeon, apostar na qualidade superior de animação da terra do sol nascente pra fazer uma grande aposta em sua grade. Viva a globalização!
Imagino que o desenho tenha nascido como uma resposta aos animês e mangás que invadiram em peso a cultura ocidental de uns 10 anos pra cá.
Difícil você acompanhar crianças e adolescentes hoje em dia sem que conheça algum herói japonês lutador atormentado por desafios a princípio intransponíveis, mas que se fortalece a medida que a história passa e acaba superando tudo por causa da determinação, do amor e amizade de seus companheiros.
Avatar é bem assim.
Antigamente o mundo era divido em quatro nações: a Nação do Fogo, a Tribo da água, o Reino da Terra e os Nômades do Ar.
Mas hoje o mundo está diferente. A Nação do Fogo começou a 100 anos uma guerra que está ameaçando o equilíbrio do mundo.
Quase todas as tribos da água foram dizimadas. O reino da terra persiste mas só restam poucas cidades livres e a capital. E os Nômades do Ar foram completamente extintos.
Cabe ao Avatar, um espírito que encarna uma vez a cada geração para guiar a humanidade com sabedoria ao mundo espiritual, trazer o equilíbrio de volta. Mas ele sumiu sem deixar vestígios há quase 100 anos.
Aang é um garoto-monge de 12 anos que ficou congelado num iceberg por um século até ser libertado por uma casal de irmãos que moram no gelado pólo sul.
Aang é um dominador de ar. Pode dobrar o vento a sua vontade para planar, saltar, correr e, principalmente, lutar utilizando rajadas e outras formas mais complexas para atingir seus inimigos numa base que lembra muito o kung-fu chinês e outras formas de luta orientais.
Acontece que Aang também é o Avatar, o único humano que pode controlar todos os quatro elementos.
Aang é o último nômade do ar vivo. E, além de ser o último de seu povo, ainda recai sobre ele a responsabilidade de salvar o mundo. Será que é muito pra alguém de apenas 12 anos? Com certeza.
Demora um pouco, mas ele acaba assumindo seu destino. Porém, mesmo se convencendo de que tem que salvar o mundo, isso não quer dizer que vai ser fácil.
A série teve três temporadas a cada uma delas foi nomeada como livro.
O Livro 2: Terra tem mais 20 episódios em que Aang e seus amigos se juntam a Toph, uma menina cega de 12 anos mestra em domínio de terra, que vai tentar ensinar ao Avatar sua técnica.
As coisas ficam mais complexas e eles começam a tentar parar a guerra tentando de todo jeito chegar a capital do reino da terra, a cidade murada de Ba Sing Se, onde as coisas nem sempre são o que parecem.
Testemunham também o príncipe Zuko ser caçado por seu próprio exército e fugir vivendo disfarçado com seu sábio e misterioso tio Iroh, um antigo general da nação do fogo que sofreu uma grande transformação ao ser derrotado e perder seu filho anos atrás nos muros de Ba Sing Se.
O Livro 3: Fogo é o último e tem 21 episódios. Começa com um Aang ferido quase mortalmente após enfrentar a irmã de Zuko, a fria e calculista Azula, princesa da Nação do Fogo e uma das poucas dominadoras de fogo que conseguem evocar o relâmpago, uma forma mais refinada de domínio de fogo.
Aang ainda tem que encontrar um professor de dominação de fogo e seu grande dilema é descobrir o que fazer quando enfrentar o Senhor do Fogo.
Será que um monge treinado pra perdoar, ser tolerante, amoroso e compreensivo seria capaz de matar? O final é bem interessante.
As lutas bem próximas a estilos reais de arte marcial é uma das coisas que mais me atraíram na série a princípio.
Alguns anos atrás tive alguma experiência com Tai Chi Chuan, uma forma meditativa e não-agressiva de kung-fu, e reconheci vários movimentos do Tai Chi logo na abertura dos episódios.
Outra coisa interessante é observar a evolução dos personagens.
Sokka começa como um adolescente preconceituoso e medroso e acaba se tornando responsável, tolerante e, apesar de não manipular elemento algum, vira um valioso espadachim e estrategista, sempre tendo idéias melhores das de Aang e Katara.

Katara é uma dobradora de água puramente instintiva e um pouco apagada no início, mas ao arrumar um professor pro Aang, se torna forte e valorosa mostrando sua força diversas vezes chegando, no decorrer da série, a manipular a água de plantas, de seu próprio suor e, até mesmo, do sangue dos outros.As coisas ficam mais complexas e eles começam a tentar parar a guerra tentando de todo jeito chegar a capital do reino da terra, a cidade murada de Ba Sing Se, onde as coisas nem sempre são o que parecem.
Testemunham também o príncipe Zuko ser caçado por seu próprio exército e fugir vivendo disfarçado com seu sábio e misterioso tio Iroh, um antigo general da nação do fogo que sofreu uma grande transformação ao ser derrotado e perder seu filho anos atrás nos muros de Ba Sing Se.
Aang ainda tem que encontrar um professor de dominação de fogo e seu grande dilema é descobrir o que fazer quando enfrentar o Senhor do Fogo.
Será que um monge treinado pra perdoar, ser tolerante, amoroso e compreensivo seria capaz de matar? O final é bem interessante.
Alguns anos atrás tive alguma experiência com Tai Chi Chuan, uma forma meditativa e não-agressiva de kung-fu, e reconheci vários movimentos do Tai Chi logo na abertura dos episódios.
Outra coisa interessante é observar a evolução dos personagens.
Sokka começa como um adolescente preconceituoso e medroso e acaba se tornando responsável, tolerante e, apesar de não manipular elemento algum, vira um valioso espadachim e estrategista, sempre tendo idéias melhores das de Aang e Katara.
Bem legal.
No livro 1 ele era apenas um príncipe mimado, banido e bastante convencido de sua própria superiodade, que achava que recuperaria sua honra se capturasse o Avatar, mas a convivência com seu tio Iroh o faz perceber que honra não tem nada a ver com fazer mal a pessoas e sim fazer bem aos outros e a si mesmo. Uma grande lição de vida.
Mas muita coisa acontece até ele entender isso somente no livro 3.
Com certeza é algo que passaria para os meus filhos. RECOMENDADÍSSIMO!
Valeu!
Valeu!





































E quem quiser ver tudo isso tem agüentar as outras cenas. Algumas desconfortantes e, pra mim, desnecessárias a história.